O Projeto:


“Tudo aquilo que é descartado no final do ciclo de vida útil de um produto, deve se transformar no começo do ciclo de vida de outro produto. É hora de trocarmos a palavra “lixo”, por “luxo”.” 

– Flávia Nogueira, membro do Conselho de Administração e Presidente do Comitê de Comportamento e Tendências de Consumo (Luxo).

Lixo: o luxo moderno.

Em uma economia circular, impulsionada pelo design regenerativo, os resíduos e a poluição devem ser eliminados para que essas ameaças diretas à biodiversidade sejam reduzidas.

Fotógrafo: Rogério Cavalcanti – Freguesia do Ó, São Paulo, Brasil (2017)
Entendeu? Então, bem-vindo à Economia Circular.

Esse conceito ganhou força no começo de 1970, como uma alternativa ao sistema linear predominante na época, o “pegar, fazer, descartar”. Naquele tempo, já se imaginava que esse modelo exigiria muito mais recursos naturais do que o nosso planeta possui para se sustentar. 

Em 2002, o químico e visionário alemão Michael Braungart desenvolveu, junto com o arquiteto americano Bill McDonough, o conceito Cradle to Cradle (“do berço ao berço”). A filosofia por trás do conceito considera todos os materiais envolvidos em processos industriais e comerciais como nutrientes, tirando sua inspiração dos processos biológicos naturais, nos quais não há desperdício. E  tudo que se aproveita, também se reaproveita. Incorporando o Cradle to Cradle, a indústria e o comércio não só deixariam de ter um impacto negativo, como passariam a ter um impacto positivo no meio ambiente. 

Todas as marcas do grupo Ekosfera aplicam o conceito da Economia Circular em seu processo. Para a nossa comunidade, esse princípio não se trata de um modelo econômico alternativo, mas do único modelo aceitável se quisermos fazer frente ao desafio da mudança climática.

Na Economia Circular cada princípio pode ter um impacto positivo na biodiversidade. Isso porque cada elemento pode ser capaz de regenerar sistemas naturais inteiros. Por exemplo, eliminar da operação plásticos desnecessários e redesenhá-los por produtos que tenham valor pós-uso (para reutilização, reciclagem ou compostagem) significa que eles podem circular na economia em vez de serem desperdiçados e poluir o meio ambiente. 

Quando produtos e materiais reutilizáveis circulam na economia, a necessidade de produção a partir de materiais virgens é reduzida. Além disso, quando regeneramos produtos, temos a oportunidade de desenvolver soluções capazes de devolver nutrientes valiosos ao solo, de apoiar a regeneração e de utilizar energia renovável em vez de depender de combustíveis fósseis. 

CADEIAS PRODUTIVAS SUSTENTÁVEIS
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Uma disrupção a serviço das futuras gerações.

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